Em fevereiro, na crise que rondou o Aristocrata Clube de Jaú, com professores sem receber, paralisação, alguns chegaram a levantar suspeitas em relação à atuação do presidente da entidade, José Luiz Rodrigues Borges, o Bambu. Quando questionado, Bambu sempre dizia que a Prefeitura foi quem deixou de cumprir indenizações trabalhistas e por isso ele foi obrigado a pagar porque os credores entraram na Justiça do Trabalho e para isso usou o dinheiro que seria para pagamento do 13º salário e salário de janeiro. Agora, em audiência no Ministério Público do Trabalho, em Bauru, o Procurador do Trabalho, José Fernando Ruiz Maturana, colocou na ata da audiência o que segue:
“A representação empregadora informa que todas as irregularidades apontadas pela fiscalização do trabalho foram corrigidas. Os atrasos observados decorreram em demora da Prefeitura Municipal de Jaú em repassar verba oriunda de convênio firmado com a entidade”.
Quer dizer: fica comprovado que Bambu não era o responsável direto pelo atraso nos pagamentos dos funcionários.
